4/23/2008

Publicidade Não!

Há tempos recebi um email com uma sugestão engraçada sobre o que fazer com a publicidade recebida na caixa de correio. O email incentivava a que usássemos os envelopes RSF que tantas vezes acompanham os mailings publicitários, para enviarmos a publicidade dumas empresas de volta para outras.
Obviamente, eu adorei a ideia, mas tal como foi contra-argumentado numa série de fóruns e mailing-lists, apesar de divertida, essa proposta não é a melhor maneira de se acabar com a praga da publicidade.
Se querem combater a publicidade nas caixas de correio, antes de mais nada devem colocar na vossa caixa de correio um daqueles autocolantes amarelos que se pedem nos correios, dizendo "Publicidade, Não!".
Depois devem evitar ir atrás de todas as ofertas, concursos e promoções em que nos pedem os dados pessoais, pois é assim que passam a ser inundados por publicidade endereçada que consegue ser ainda mais irritante.
Finalmente, para se livrarem dessa publicidade, devem procurar as letras miudinhas que vêm algures nos folhetos publicitários, dizendo que se querem que os vossos dados sejam removidos da base de dados daquela empresa, devem enviar o vosso pedido para a morada tal. É uma grande seca, mas façam isso. Se puderem usem então os envelopes RSF para enviar esse pedido.
Mas eu acho bem mais piada gastar dinheiro num selo para enviar essa carta e usar os RSF para pôr em prática aquela genial sugestão de pub-terrorismo.
Comecei hoje mesmo. Recebi publicidade da General Motors - queriam impingir-me um automóvel novo - e eu peguei no RSF, que por acaso é um postalinho - e escrevi a letras garrafais vermelhas para pararem com a publicidade. Questionei-os sobre se não estavam satisfeitos com a poluição causada pelos automóveis que produzem, que ainda tinham que contribuir com mais um bocado enviando cartas com 5 folhas de papel brilhante e a cores para as pessoas impingindo os ditos bólides.
Duvido que a mensagem chegue a quem devia, mas hoje foi uma, amanhã serão milhares e aí talvez comecem a causar algum impacto.

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